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Agricultura

Produtores já podem participar de cadastro de estabelecimentos agropecuários para Censo

Produtores já podem participar de cadastro de estabelecimentos agropecuários para Censo
Foto: IBGE
  • 28/10/2026 - 21:08

Depois de quase dez anos da última edição do Censo Agro, em 2017, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começa na próxima semana o Censo Experimental do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Os produtores já podem participar do Cadastro Prévio de Estabelecimentos Agropecuários, lançado nesta terça-feira (27/10).

O IBGE também informou que o início da coleta presencial foi adiado de abril de 2027 para junho de 2027. Haverá coleta pela internet a partir de março.

Oficialmente, o Censo Agro deveria ser realizado a cada cinco anos, mas por restrições no Orçamento a distância entre uma edição e outra foi de dez anos nas últimas décadas. As últimas pesquisas foram feitas em 2007, 2017 e agora a próxima será em 2027.

O cronograma inicial do IBGE previa os preparativos em 2025 e coleta em campo em 2026, mas foi adiado por falta das verbas demandadas no orçamento da União.

O cadastramento de estabelecimentos agropecuários é feito pela internet (https://cadastroagro.ibge.gov.br) e segue até agosto de 2027. O produtor deve informar seus dados pessoais e os dados do estabelecimento, incluindo nome, endereço e localização. Também será possível informar o CNPJ e o Cadastro Ambiental Rural (CAR), quando existir.

Produtores e instituições parceiras, como cooperativas, associações, sindicatos e escritórios de contabilidade, poderão cadastrar estabelecimentos agropecuários e contribuir para a preparação da coleta nacional.

O Censo Experimental será realizado entre 3 de novembro a 4 de dezembro de 2026, nos municípios de os municípios de Rio Claro (SP), Barra do Bugres e Tangará da Serra (MT), Cururupu e Mirinzal (MA).

Segundo o IBGE, é uma simulação integral da operação censitária em escala real. Além da coleta de dados, serão testados os procedimentos operacionais, a infraestrutura tecnológica, a logística, a organização dos postos censitários, a capacitação das equipes e os mecanismos de supervisão e acompanhamento da coleta.