Teve início na manhã desta quinta-feira, 11 de setembro, na Arena Inovação da Expo Terneira 2026, o 1º Hackathon da Cadeia Produtiva do Leite, iniciativa que reúne mais de 40 participantes em uma jornada de criatividade, inovação e desenvolvimento de soluções voltadas ao setor leiteiro.
Promovido pelo Governo Municipal de Três de Maio, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Inovação, em parceria com o FronTEIA, o evento conta com apoio da Setrem, Sicredi, Expo Terneira, Sebrae e Funcap.
Durante o Hackathon, os participantes são desafiados a desenvolver propostas para problemas reais identificados a partir de escutas realizadas com o Conselho Municipal de Agricultura, o Arranjo Produtivo Local do Leite e um laticínio local. A proposta é transformar conhecimento, tecnologia e criatividade em soluções práticas, viáveis e capazes de gerar impacto na cadeia produtiva.
As atividades estão organizadas em três trilhas de desafios:
Trilha 1, Do Pasto ao Tanque: busca soluções para aumentar a produtividade e a rentabilidade das propriedades leiteiras utilizando melhor os recursos já disponíveis, com foco em gestão, dados, nutrição, manejo, assistência técnica, automação e tecnologias.
Trilha 2, Quem Fica?: concentra os esforços na permanência das famílias no campo, trabalhando temas como sucessão familiar, organização do trabalho, novos modelos de renda, capacitação, compartilhamento de mão de obra, cooperativismo, conexão entre jovens e propriedades e inovação social.
Trilha 3, Do Tanque à Indústria: propõe soluções para melhorar a qualidade do leite durante o percurso até a indústria, ampliando a rastreabilidade, reduzindo perdas e fortalecendo a integração entre produtores, transportadores e indústrias, com possibilidades envolvendo sensores, monitoramento, logística, roteirização, inteligência de dados e plataformas.
Ao longo da jornada, os participantes contam com a orientação de mentores com experiência em áreas como produção leiteira, manejo, nutrição, gestão financeira, crédito, desenvolvimento de negócios, inovação, aspectos jurídicos, tecnologia, segurança da informação, logística, qualidade e relação entre produtores e indústria.
As soluções desenvolvidas serão avaliadas considerando critérios como potencial de mercado, grau de inovação, impacto socioambiental e aderência à cadeia produtiva do leite, aderência ao desafio escolhido e capacidade empreendedora das equipes.