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Educação

Sinepe/RS pede ao governo que retorno dos alunos à sala de aula seja obrigatório

  • 03/02/2021 - 10:10
  • Atualizado 03/02/2021 - 10:12
Sinepe/RS pede ao governo que retorno dos alunos à sala de aula seja obrigatório
Reprodução

O Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS) apresentou, na última semana, três pedidos ao Centro de Operações de Emergência do Estado (COE-Estadual) para o retorno das atividades de ensino. O Sindicato defende que a volta às aulas ocorra de forma presencial e que seja obrigatória – exceto a alunos do grupo de risco.

Outro pedido é que o setor possa trabalhar com o sistema de cogestão de bandeiras, assim como já acontece com os demais setores, a fim de que as instituições de ensino possam seguir normas da bandeira menos restritiva. Os pedidos apresentados ao COE-Estadual serão levados ao Gabinete de Crise e uma nova reunião será marcada para tratar do assunto.

Conforme calendário sugerido pelo Sinepe, a volta às aulas na rede privada inicia no dia 22 de fevereiro. Como se trata de uma sugestão, as instituições de ensino têm autonomia para definir a data de retorno, desde que cumpridos os 200 dias letivos.

De acordo com o presidente do sindicato, que representa as escolas privadas, Bruno Eizerik, o retorno gradual às aulas presenciais em 2020 foi muito importante para a organização do novo ano letivo, pois permitiu a instituições e famílias se adaptar aos protocolos. “No último ano, não houve registro de surtos ou aumento nos casos de Covid-19 em função da volta às aulas.

Eizerik reforça que as escolas privadas não abrirão suas portas se não estiverem preparadas para oferecer o máximo de segurança à comunidade escolar, e que alunos e colaboradores do grupo de risco continuarão sendo atendidos de forma remota.

Segundo ele, as crianças precisam voltar às aulas porque a escola é ambiente para aprender, mas também para conviver. Assim, somente não precisariam voltar os estudantes, professores e funcionários com comorbidades.

O aumento do limite de ocupação das salas de aula, no entanto, não tem o apoio do secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Faisal Karam. Para ele, os protocolos atuais foram discutidos ao longo dos meses e aprovados em diversas instâncias, e elevar a capacidade pode dificultar que pais levem os filhos às escolas.

Fonte: Redação